Aula 1
Prof. Raulino
Oficiais extraordinários
- Apóstolos: Estritamente falando, este nome só é aplicável aos doze escolhidos por Jesus e a Paulo; mas também se aplica a certos homens apostólicos que assessoram a Paulo em seu trabalho e que foram dotados de dons e graças apostólicas. At. 14. 4, 14; 1ª Co 9.5, 6; 2ª Co 8. 23.
*Missão: Lançar os alicerces da Igreja de todos os Séculos.
-Qualificações:
* Comissionados diretamente por Deus ou por Jesus Cristo, Mc 3.14; Lc 6.13; Gl 1.1;
* Eram testemunhas da vida de Cristo e de sua Ressurreição, Jo 15,27; At 1.21,22; 1ª Co 9.1;
* Estavam cônscios de serem inspirados pelo Espírito Santo de Deus em todo o seu ensino, oral e escrito, At 15,28; 1ª Co 2.13; 1ª Ts 4.8; 1ª Jo 5.9-12;
* Tinham o poder de realizar milagres e o usaram em diversas ocasiões para ratificar a sua mensagem, 2ª Co 12.12; Hb 2.4;
* Foram ricamente abençoados por Deus em sua obra, como sinal de que Deus aprovava os seus labores, 1ª 9.1,2; 2ª Co 3.2,3, Gl 2.8.
-Profetas: Tinham o dom sobrenatural de interpretar as escrituras para a edificação da Igreja.
* Profetas: Lc 16.16;
* Profetas: Ef. 4.11;
* Dom de Profecia: 1ª Co 12.10
* Profetas: 1ª 14.1-3
-Evangelistas: Eles acompanhavam e assistiam os apóstolos e às vezes eram enviados por estes em missões especiais. Seu trabalho era pregar e batizar, mas incluía a ordenação de Presbíteros Tt 1.5; 1ª Tm 5.22 e a disciplina, Tt 3.10.
Oficiais Ordinários
-Presbíteros: Presbuteroi (Presbuteroi), Ancião, ou mais velhos;
Episkopoi (episkopoi), Bispos, Supervisores ou Superintendentes, At 20,17, 28; 1ª Tm 3.1, 4.14, 1ª Pe 5.1,2.
-Mestres: Evidente que, originalmente, os presbíteros não eram mestres. Gradativamente houve a necessidade da didaskalia (didas kalia), ensino e docencia, ensino e docência por causa dos perigos que a igreja estava passando com os falsos mestres. Paulo mostra claramente que (Ef 4.11) a Bíblia mostra claramente que pastor e mestre (pastor e mestre) são uma única classe, 1ª Tm 5.17; Hb 13.7; 2ª Tm 2.2; Ap 2.1,8,12,18; 3.1,7,14.
-Diácono: diakonoi (diakonoi), At 6. 1-6, Serviço geral de servo ou servidor, se dedicavam a obra de misericórdia e caridade. At 11.29; Rm 12.7; 2 Co 8.4
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Aula 2
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O SACRAMENTO (SACRAMENTUM, latim, soma de dinheiro depositada por duas partes em litígio)
- Não é empregado no seu sentido original na teologia, não se encontra nas Escrituras, mas é usada pela Igreja Católica Romana, posto que parte do pressuposto de que os sacramentos contêm tudo que é necessário para a salvação dos pecadores, sem precisar de interpretação Bíblica e, são eles:
* Batismo: Necessário para a salvação;
* Penitência: Para aqueles que cometeram um pecado mortal;
* Confirmação, Eucaristia e a extrema unção: Foram ordenadas e são eminentemente úteis.
A CEIA DO SENHOR
Já na era Apostólica a celebração da Ceia do Senhor era acompanhada da festa Agapae (festa do amor), as quais o povo trazia os ingredientes necessários. (1Co 11.20-22). Afirmavam que havia uma transformação da substância no Pão e o Vinho literalmente entre Corpo e o Sangue de Cristo (transubstanciação). Importante se faz lembrar que, que esse conceito é Católico e, que tal conceito, não foi aceito por Agostinho que não cria em tal transformação.
Lutero insistiu na interpretação literal das palavras da instituição e na presença corporal de Cristo na Ceia do Senhor. Contudo. Substituiu a doutrina da transubstanciação pela Consubstanciação, Cristo está “em, com e sob” os elementos.
Calvino defendia a posição intermediária. Ele negava a presença corporal do Senhor no Sacramento, mas insistia na presença real (presença mística), ainda que espiritual, do Senhor na Ceia.
Os arminianos viam na Ceia do Senhor apenas um Memorial um meio para melhoramento moral.
-Atos Simbólicos: No partir do pão Jesus indica claramente que isto simbolizava o partir do seu corpo para a redenção dos pecadores.
- Jesus usou o pão não levedado e o vinho comum, amplamente usado como bebida na Palestina?
Palavras de Comando:
“Tomai e comei” (apropriação espiritual do Corpo de Cristo pela fé), Lc 22.19 cf 1Co 11.24.
“Fazei isto em memória de mim”(era um memória da obra sacrificial de Cristo), Jo 6.32, 33, 50, 51; 1ª Co 11. 26-30.
“Bebei dele todos” ou (segundo Lucas) “Tomai-o e reparti-o entre vós”. Vê-se claramente que o cálice não poderia ser repartido. Isso mostra o erro dos Católicos em privar os leigos do cálice.
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Aula 3
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Teologia Pastoral ou Pastorologia (ciência que trata da Obra Pastoral).
Variedades de ministérios
Ao lermos Rm 10.15; 12.4-8 e Ef 4.8,11, observamos a variedade de ministérios que o Senhor pode repartir ao seu povo.
Uma interessante revelação quanto aos propósitos e ao plano de Deus nos é outorgada nos primeiros seis versículos do capítulo 31 de Êxodo. Bezalel e Aoliabe foram chamados por nome e foram dotados do Espírito de Deus para que recebessem habilidade em toda obra. O serviço deles consistia em artesanato altamente especializado envolvendo: trabalhos em ouro, prata e bronze e em lapidação de pedras preciosas. Nesse caso, encontramos homens especificamente chamados e até mesmo cheios do Espírito Santo, a fim de se tornarem artesãos habilitados. A tarefa secular deles foi determinada por Deus.
Ministros meramente profissionais
Os primeiros discípulos foram tirados de suas ocupações diárias, segundo está escrito em Jo 1.35-51 e Mt 4.19. O jovem Davi, em I Sm 16.12, foi Ungido com óleo para que posteriormente se tornasse rei de Israel. Paulo foi chamado e escolhido para anunciar o nome e autoridade Cristo perante os gentios, os reis e os filhos de Israel, Atos 9.15. E assim ocorre nas chamadas divinas para ministérios de tempo integral. Não há o que duvidar quanto a Deus operar dentro desse padrão até o dia de hoje. Aqueles que pensam em dedicar suas vidas inteiramente ao serviço cristão, tenham o cuidado de certificar-se se possuem indicação específica à tarefa da parte do Senhor da seara.
O chamado verdadeiro
Aimaás ficou tomado pelo entusiasmo do momento e pelo exemplo de Cusi, o etíope, mensageiro escolhido e, rogou a Joabe que lhe fosse dada permissão para correr. Joabe retrucou: “Para que agora correrias tu, mau filho, pois não tens mensagens ... conveniente” II Sm 18.22. Mas mediante a insistência, Joabe consentiu a Aimaás que fosse, e correu tanto que chegou à frente do verdadeiro mensageiro. Ora, Aimaás era homem bom e cheio de zelo, II Sm 18.27, mas não tinha mensagem real, e o rei Davi, sem dar atenção, o pôs de lado. Quão inútil e embaraçosa foi a corrida dele! Porém quando o Senhor se declara contra os profetas sem mensagem e sem visão, a situação se torna muito mais séria.
Deuteronômio 18.20 declara: Nadabe e Abiu entraram no antigo tabernáculo levando fogo estranho; e da parte do Senhor saiu uma chama que os consumiu, e morreram perante o Senhor, Lv 10.1,2. Nem ao menos se permitiu ao pai (Arão), e aos irmãos que os levantassem, porquanto isso daria a impressão de estarem contra Deus.
Iniciativa Divina.
Ele próprio toma a iniciativa. “Não fostes vós que me escolhestes a mim; pelo contrário, eu vos escolhi a vós outros, e vos designei para que vades e deis fruto e vosso fruto permaneça; a fim de que tudo quanto pedirdes ao Pai em meu nome, ele vo-lo conceda”, Jo 15.16. O modo de o Senhor aproximar-se de alguém, para chamá-lo ao seu serviço, muito provavelmente será bem diferente do Seu modo de agir com relação a outro.
Eliseu estava arando no campo quando Elias passou e lançou sobre ele a sua capa, I Rs 19.19.
Samuel veio ungir a Davi e chamou-o dos pastos de ovelhas para a cerimônia simples da unção.
Amós não era profeta, nem filho de profeta; era criador e plantador de sicômoros; mas o Senhor o tomou quando acompanhava o rebanho e lhe disse: “Vai, e profetiza ao meu povo Israel, Amós 7.14,15.
Paulo recebeu uma visão celestial, mas Timóteo foi escolhido por ele, um pregador mais idoso, para que viajassem juntos na obra do evangelho, Atos 16.19; 16.1-3. Por conseguinte, não tentemos receber nossa chamada segundo os padrões utilizados em outros casos.
“Separai-me agora a Barnabé e a Saulo para a obra a que os tenho chamado.” E então, quando já estavam em sua jornada missionária, o Espírito Santo os impediu que fossem para a esquerda ou para direita, mas permitiu que seguissem sempre em frente, Atos 16.6-10. A orientação do Senhor será sempre tão clara e definida como a Sua chamada original.
Aptidões Naturais
O chamado para o ministério pode ser analisado da seguinte maneira: antes da chamada, na maioria dos casos, haverá uma certa aptidão natural para o trabalho. É sempre conveniente ao obreiro que possua voz clara, que não seja difícil de ser entendida, e uma aparência pessoal agradável e ainda mais, que disponha de certo grau de inteligência para pensar e expressar-se.
Sensibilidade Espiritual
Como primeiro passo, o Senhor envia sobre nós o seu Espírito Santo, que desperta em nós o interesse e a inclinação para o serviço. “... tudo posso naquele que me fortalece”, Fl 4.3.
Reconhecimento por Outros
Ao se tornarem claras e definidas a chamada e a direção de Deus, far-se-ão perceptíveis certas expressões embrionárias do dom e do ministério que futuramente se exercerá. Os colegas ministros e crentes em geral notarão a chamada de Deus que repousa sobre nós.
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Aula 4
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- O Batismo Cristão
A) Analogias do Batismo Cristão
1. NO MUNDO GENTÍLICO. O batismo não era uma coisa inteiramente nova nos dias de Jesus. Os egípcios, os persas e os hindus tinham todos as suas purificações religiosas. Estas eram mais proeminentes ainda nas religiões gregas e romanas. Às vezes elas tomavam a forma de banho no mar, e às vezes eram efetuadas por aspersão. Diz Tertuliano que, em alguns casos, a idéia de um novo nascimento estava ligada a estas ilustrações.
2. ENTRE OS JUDEUS. Os judeus tinham muitas purificações e abluções, mas estas não tinham caráter sacramental e, portanto, não eram sinais e selos da aliança. O chamado batismo dos prosélitos tinha maior semelhança com o batismo cristão. Quando gentios eram incorporados em Israel, eles eram circuncidados e, pelo menos em tempos mais tardios, também eram batizados. Esse batismo tinha que ser ministrado na presença de duas ou três testemunhas. As crianças cujos pais recebiam esse batismo, desde que nascidas antes da administração do rito, também eram batizadas, à solicitação, do pai, contanto que não fosse da idade (os meninos, treze anos e as meninas doze ), mas se fossem da idade,somente à solicitação delas próprias. As crianças nascidas após o batismo do pai ou dos pais, eram tidas por limpas e, daí, não necessitavam do batismo. Contudo, parece que esse batismo também era apenas uma espécie de lavamento cerimonial, um tanto semelhante a outras purificações.
O batismo de João tinha por objetivo transferir os que se lhe submetiam a uma esfera totalmente nova - a esfera da definida preparação para o Reino de Deus.
B) A Instituição do Batismo Cristão
FOI INSTITUÍDO COM AUTORIDADE DIVINA. O batismo foi instituído por Cristo depois que Ele consumou a obra de reconciliação e depois que esta recebeu a aprovação do Pai na ressurreição. Os que aceitavam a Cristo pela fé deveriam ser batizados em nome do Deus triúno, como sinal e selo do fato de que tinham entrado numa nova relação com Deus e, nesta qualidade, estavam obrigados a viver de acordo com as leis do reino de Deus; Deveriam ser colocados sob o ministério da palavra, não meramente como proclamação das boas novas, mas como exposição dos mistérios, privilégios e deveres da nova aliança.
A FÓRMULA BATISMAL. Os apóstolos receberam instruções específicas para batizarem eis to onoma tou patros kai tou huiou kai tou hagiou pneumatos para uma relação o nome do Pai e do Filho e Espírito Santo. A Vulgata traduziu as primeiras palavras, “eis to onoma” pela expressão latina “ in nomine” (em nome).O fato é que esta interpretação é exegeticamente i sustentável, Mt 21.9; Mc 16.17; Lc 10.17; Jo 14.26; At 3.6; 9.27, etc. A preposição eis ( para dentro de) é mais indicativa de um fim e, portanto, pode ser interpretada no sentido de “ em relação a”, ou “para a profissão de fé em alguém e sincera obediência a alguém”, “ para dentro de”.
C. A Doutrina do Batismo na História
ANTES DA REFORMA. Os chamados “ pais primitivos consideravam o batismo como o rito de iniciação na Igreja e normalmente o consideravam como estreitamente ligado ao perdão de pecados e à comunicação da nova vida.
DESDE A REFORMA. A Reforma Luterana não se desfez inteiramente da concepção católica romana dos sacramentos. Para Lutero, a água do batismo não é água comum, mas uma água que, mediante a Palavra com seu poder divino inerente, veio a ser uma água da vida, cheia de graça, um lavamento de regeneração. Por esta eficácia divina da Palavra, o sacramento efetua a regeneração. No caso dos adultos, Lutero colocava o efeito do batismo na dependência da fé presente no participante.
Calvino e a teologia Reformada partiam da pressuposição de que o batismo foi instituído para os crentes e não produz, mas fortalece a nova vida. Naturalmente, eles se defrontaram com a questão como as crianças poderiam ser consideradas crentes e sobre como poderiam ser fortalecidas espiritualmente, visto não poderem exercer a fé.
D. O Modo Próprio do Batismo
1. O QUE É ESSENCIAL NO SIMBOLISMO DO BATISMO?
Imersão, afundar na água. Emersão, sair da água.
2. SERÁ QUE A IMERSÃO É O MODO PRÓPPRIO DO BATISMO?
A opinião geralmente predominante fora dos círculos batistas ou imersionistas é que, desde que a idéia fundamental, a saber, a de purificação, ache expressão no rito, o modo do batismo é deveras insignificante. Pode ser igualmente ministrado por imersão, derramamento, afusão ou aspersão. A Bíblia simplesmente emprega a palavra genérica para denotar uma ação destinada a produzir certo efeito, qual seja, limpeza ou purificação, mas em parte nenhuma determina o modo específico pelo qual o efeito há de ser produzido. Jesus não prescreve um determinado modo de batismo. Evidentemente, Ele não deu a isso tanta importância como a que os imersionistas dão. Não há um único caso em que se nos diga explicitamente como se deve ministrar o batismo.

UM PEDIDO NOSSO PARA VOCÊ.
ResponderExcluirPeço ao Senhor q encha a sua vida com o pleno conhecimento da Tua vontade,para q vc possa perceber a vontade dele em todas as coisa da vida. Pois assim, estará livres das decisões q visem apenas interesses próprios. Peço q te dê sabedoria e entendimento espiritual para q não faça uso da desonestidade e da astúcia da sabedoria hamana,do orgulho,da presunção. Que Ele te mostre a sabedoria q vem de cima,pura,pacífica e plena de misericórdia.
Desejo q aumente seu conhecimento no Senhor,para q possa vê-lo claramente em suas palavras.Que tenha comunhão com Ele,na oração e na medição,para q encha seu espírito de santidade.
Quero que seu coração transborde de alegria,para q possa ver o amor e a misericórdia soberana em todas as circunstâncias.
Que toda glória seja dada a Jesus,nosso Senhor e Salvador,de quem é a primazia em todas as coisas.Pois assim,estaremos pertos da verdadeira felicidade.
Que o Senhor ilumine sua vida e seus sonhos,para q continue sempre no caminho certo.
É O QUE DESEJAM SEUS ALUNOS DO
NÚCLEO DE VILA ALZIRA
15 de outubro,dia dos professores.
Deus é fiel;
ResponderExcluirQue o Senhor possa impactar com Espírito Santo a vida de Seus filhos.Enchendo assim com sua unção,graça,amor e paz.
Que atravéz da Graça nos livre do poder do pecado e nos dê vida abundante em Cristo nosso Senhor e Salvador...Em nome De Jesus ..Amém!
Deus Abençõe à todos.